"Born This Way" em Glee

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Após a batalha Glee vs Kings of Leon ter sido finalmente finalizada com a bandeira branca erguida por Ryan Murphy (leia aqui), o seriado musical segue sua trajetória na televisão. Foi anunciado, segundo informação do site Gigwise, que Lady Gaga ganhará episódio especial com 1h30 de duração.

No programa, que terá 30 minutos a mais que o normal, os integrantes da escola interpretarão o hit “Born This Way”, e a trama mostrará os personagens aprendendo a se aceitar do jeito que são. A faixa é o mais recente single da cantora pop, e integra a tracklist do novo álbum dela, homônimo, que chega às lojas em 23 de maio.

O especial Glee-Lady Gaga irá ao ar nos Estados Unidos em 26 de abril.

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Fim da novela

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Atenção: ao que parece, a treta do Glee contra o Kings of Leon pode ter acabado. Ryan Murphy, criador do seriado, diz se arrepender de não ter sido muito fino com os Followill na imprensa. A informação é do site da revista Hollywood Reporter.

No mês de janeiro, Murphy andou desabafando na mídia porque o grupo não havia licenciado suas faixas para um episódio especial da série musical (leia aqui). O criador de Glee não curtiu a sensação de tomar um não na cara e comentou, assim, super educadamente, que os integrantes eram “idiotas egocêntricos”, mandando-os, inclusive, “se foder”.

Agora, parece que uma aura de bom senso tomou conta de Murphy, segundo o próprio mostrou em entrevista recente ao mesmo veículo. “Não falei com tanta clareza quanto gostaria”, alegou. “Quem sou eu para mandar alguém se foder? Não quis dizer aquilo. Eu entendo completamente quando um artista não quer que um programa ou outro músico interprete suas canções. Na verdade, eu respeito.”

Durante a conversa ele comentou sobre uma das inúmeras negativas que Glee já recebeu. “Björk leu a cena e não achou que era a mais apropriada para encaixar sua canção”, disse Murphy. “E eu falei a ela que estava tudo certo. Lidamos com isso todos os dias.” Quanto aos Followill, parece que, de fato, a situação está resolvida. “Temos trocado mensagens de texto e e-mails, e eu os apoio.”

No que se refere à lição aprendida, o criador de Glee brinca: “Nunca mande alguém se foder, na imprensa [risos]“. Já mais sério, falou sobre a importância do programa. “Tenho muito orgulho do fato de podermos apresentar canções a crianças e seus pais porque sou um grande fã de música. O programa é sobre o amor à apresentação e à educação artística”, afirmou.

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O lado pop de Wasting Light

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O novo álbum do Foo Fighters, Wasting Light, pode ter o peso sobre o qual a banda havia comentado quando o disco ainda estava em seu processo de elaboração, mas Dave Grohl sempre encontra uma maneira de surpreender os fãs: o frontman revelou que Abba e Bee Gees foram duas das influências do disco.

Em entrevista ao The Daily Star, Grohl comentou sobre seu gosto musical eclético. “Eu gosto de coisas loucas, rock distorcido e dissonante, mas eu também amo Bee Gees e Abba, bandas cujos refrões pop se tornam cada vez maiores”, argumentou. “Amo refrões hino, aquela sensação irresistível a qual você consegue se conectar. Então, toda vez que eu pensava ter um grande refrão para uma música, eu usava aquilo como um pré-refrão e tentava escrever algo ainda maior, como eles faziam.”

Wasting Light, produzido por Butch Vig (também responsável por Nevermind, do Nirvana), chega ao mercado em 12 de abril.

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O lado pop de Wasting Light

Glee + Elton John vs Kings of Leon

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A novela Kings of Leon versus Glee (relembre aqui) ganhou um novo capítulo e, desta vez, com um novo personagem – no caso, ninguém menos que Elton John. O músico, em entrevista ao Late Night With Jimmy Fallon, criticou a banda dos Followill por não licenciar suas canções para a série musical comandada por Ryan Murphy.

Elton John é capa da edição de março da Rolling Stone Brasil. Leia aqui um trecho da entrevista com o lendário músico.

Ao comentar sobre um especial do American Idol dedicado às suas músicas, Elton John disse adorar quando as canções de sua autoria são interpretadas por outras pessoas, por considerar um grande elogio (mesmo quando a versão não é muito boa). Durante a conversa, citou o fato do Kings of Leon não querer ceder suas faixas para Glee, dizendo se tratar de uma grande besteira.

“Isso é um elogio e ainda manda uma mensagem positiva. Qual é o problema de vocês? ‘Ah, não queremos que nossas faixas sejam tocadas…’ Kings of Leon, relaxem, caras. Qual é? É um elogio quando alguém quer tocar sua música”, disse Elton John. Assista ao vídeo da entrevista abaixo:

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De volta aos velhos tempos

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Lembram-se quando Dave Grohl e Krist Novoselic (que participa do novo álbum do Foo Fighters, Wasting Light) tocaram faixa do Nirvana em show no clube Paladinos, em Los Angeles, na Califórnia? (Leia mais aqui.) A escolhida na ocasião foi “Marigold” (lançada como lado-b do single da música “Heart-Shaped Box”). Em entrevista ao site australiano Adelaide Now, publicada nesta semana, Grohl contou que foi necessário um ensaio para a execução da música ao vivo, já que eles não a tocavam há anos.

Pois não é que a reunião com Novoselic e Pat Smear (que entrou para o Nirvana no segundo semestre de 1993, e está atualmente com o Foo Fighters) no estúdio resultou em um retorno ainda mais intenso aos velhos tempos? “Ensaiamos a canção que iríamos tocar [Marigold] e pensamos que já tínhamos acabado tudo”, contou Grohl. “Éramos só nós três lá e Krist mandou: ‘Vocês querem tocar mais alguma das antigas?’ Eu fiquei, tipo, ‘Er, OK’, porque nunca fazemos isso. Nunca.” Mas o baixista tinha em mente uma faixa em especial: “Krist falou ‘Foda-se, vamos tocar ‘Smells Like Teen Spirit’. Então, tocamos.” Segundo ele, não havia ninguém nos vocais e nenhuma testemunha do momento histórico entre os ex-integrantes do Nirvana.

“Eu nunca achei que aquilo aconteceria”, complementou o atual frontman do Foo Fighters. “Mas aconteceu. E foi certo, na melhor maneira de acontecer.”

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De volta aos velhos tempos

Compre um CD do nosso casamento

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Lembra da época em que você ia às festas de 15 anos das amiguinhas super ricas e a lembrancinha era um CD com algumas faixas – normalmente de extremo mau gosto musical – escolhidas pela aniversariante? Então, o casório do Príncipe William com Kate Middleton lembrará mais ou menos isso.

Segundo nota do site do tablóide britânico The Sun, o grande dia da família real britânica, que acontecerá em 29 de abril, às 11h (8h no horário de Brasília), na Westminster Abbey, será gravado para o lançamento de um álbum. O material, intitulado The Royal Wedding: The Official Album, será lançado às pressas no mesmo dia do casório como download – o formato CD chega às lojas em 5 de maio.

Elton John foi convidado para a cerimônia, mas, ao que parece, não integrará a tracklist desse disco. O material contará com o repertório musical do casamento, as leituras e os votos do casal – ou seja, TUDO o que a gente mais gosta nessas ocasiões, disponível para audição incessante naquele domingo chuvoso. Entre as atrações estão o Chapel Royal Choir, London Chamber Orchestra e Fanfare Team From The Central Band Of The Royal Air Force. Olha só que legal.

The Royal Wedding: The Official Album será lançado pela Decca Records, responsável pelas versões em áudio do casamento do Príncipe Charles com Diana e do funeral dela, em 1997. Agora, fica a grande questão: o que é melhor? Ir a um casório e aguentar a chatice da cerimônia, mas obter uma bela refeição depois ou ouvir aquele “tão especial momento” jogado no sofá da sala com, no máximo, um miojo em mãos?

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Quer um CD?

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Imagine a seguinte cena: você está caminhando por Nova York quando aparece um cara meio baixinho, muito provavelmente usando óculos escuros, distribuindo CDs do R.E.M.. Você não o reconhece – “Cidade cheia de loucos”, pensa. Pouco tempo depois, por meio do New York Post, fica sabendo que o indivíduo, para você “sem noção”, era, na verdade, Bono, frontman do U2.

A história acima é verídica, segundo o site do jornal norte-americano. Neste sábado, 19, o cantor celebrou o aniversário de 50 anos de sua esposa, Ali Hewson, no restaurante Osteria Morini, situado na Big Apple. Entre os convidados da rica celebração, estavam a ex-modelo Helena Christensen, The Edge, guitarrista da banda irlandesa, e Michael Stipe, vocal do R.E.M.

Com a barrigona cheia de comida italiana, Bono decidiu sair do estabelecimento para distribuir alguns dos CDs do R.E.M. que ele tinha em mãos – referente ao mais recente disco Collapse Into Now. “Ele ficava perguntando para as pessoas na rua se elas queriam um CD, mas foi, na maior parte do tempo, ignorado. As pessoas olhavam para Bono como se ele fosse um louco, até que uma garota o reconheceu e abocanhou o disco”, contou uma fonte não identificada. Alguns distribuem panfletos, outros CDs.

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Sem papel e caneta na mão

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Depois de Damon Albarn ter gravado o álbum The Fall, do Gorillaz, no iPad (saiba mais), agora é a vez do R.E.M. revelar que também estabeleceu laços de amizade com as tecnologias atuais. O frontman Michael Stipe contou ao DJ Dave Gorman, da Absolute Radio (segundo informou o site Contact Music), que usou seu iPhone para compor as faixas de Collapse Into Now.

Ao que parece, alguns músicos estão cada vez mais distantes do papel e da caneta na hora de trabalhar em suas canções. O vocalista contou que o novo álbum da banda, lançado no início de março, foi composto em seu celular. “Meu caderno é meu iPhone. Aliás, gravei e escrevi o disco inteiro nele”, revelou. “Eu amo a tecnologia para isso.”

Ele ainda complementou: “É muito mais fácil do que ter rascunhos espalhados por todos os cantos. Claro que escrevo letras que espero que sejam lançadas algum dia. Vejo coisas quando ouço música e, geralmente, é uma paisagem, e meu trabalho como letrista é mostrar às pessoas essa paisagem com histórias, narrativas, ideias e palavras”.

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Sem papel e caneta na mão

Ops

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Diferentemente do que havia sido informado anteriormente, Rebecca Black não teve seu hit “Friday” baixado no iTunes por volta de dois milhões de vezes, conforme foi afirmado no site da revista Forbes e reproduzido por este site. O post da publicação internacional foi corrigido, afirmando que o botão de download referente à faixa deve ter sido clicado algumas centenas de milhares de vezes, apenas. A informação incorreta surgiu, inicialmente, em uma reportagem do programa de TV Good Morning America, que entrevistou a garota (veja abaixo):

Contudo, o site da revista Billboard revelou alguns dados provando que, mesmo não sendo ainda uma milionária, Rebecca certamente ganha mais do que as amigas de escola que recebem mesada dos pais. Segundo o portal, ela está faturando algo em torno de US$ 24,9 mil (quase R$ 40 mil) semanalmente com o comércio da canção, que, de acordo com os cálculos do veículo, são provenientes de menos de 40 mil unidades vendidas de “Friday”.

A matemática deles é complexa e estima que a música tenha sido baixada 43 mil vezes. Rebecca é dona do copyright de gravação, mas não da composição, e recebe US$ 0,70 (pouco mais de R$ 1) com cada venda online. Do valor bruto, são subtraídos 9% de taxa para os distribuidores e mais US$ 0,0091 (R$ 0,015) por faixa para pagar os royalties. Assim, chegou-se a US$ 24,9 mil.

A nota ainda lembra que, apesar de Rebecca Black ter ultrapassado Lady Gaga em número de views no YouTube (”Friday” foi assistido 33 milhões de vezes, enquanto o vídeo oficial de “Born This Way” não atingiu a marca de 24 mil), ela está sob o “efeito novidade”, é um viral que desperta a curiosidade das pessoas e que não deverá ter a mesma durabilidade que o trabalho de um ícone estabelecido do pop que conta com toda uma equipe de marketing.

Assista abaixo ao tão comentado vídeo de “Friday” e leia aqui o post publicado anteriormente.

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Ops

Sexta-feira milionária: fun, fun, fun

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Só deu ela. A internet foi tomada pelo nome Rebecca Black e a imprensa internacional passou a chamar a semana passada de Friday Week (”semana da sexta-feira”, em tradução livre). Se você não passou os últimos dias isolado em uma caverna, certamente ouviu a música “Friday” em algum momento – ou pelo menos ouviu falar dela. Seja porque as pessoas gostaram do chicletinho pop produzido pela garota de apenas 13 anos ou porque muito mais gente ainda entrou na onda de tirar sarro dela e de seu clipe de baixo orçamento, o fato é que quem está rindo agora é a mais nova estrela teen. Rebecca comprovou que a estratégia falem bem, falem mal, mas falem de mim pode ser uma fonte de renda milionária, especialmente se você virar meme ou viral na internet.

De acordo com o site da revista Forbes, a música, que foi parar no iTunes no início da semana passada (apesar de estar no YouTube há quase dois meses), ocupa o 45º lugar no ranking de downloads do site e já foi baixada mais de 2 milhões de vezes. Isso quer dizer que a cantora poderá facilmente faturar US$ 1 milhão (cerca de R$ 1,7 milhões) com a venda de seu single pitoresco que não vai deixar ninguém esquecer a ordem dos dias da semana por um bom tempo.

E a investida da garota para dominar o mundo não deve parar por aí. Ela pretende, ainda, lançar uma versão acústica da faixa para provar que sabe mesmo cantar e que nem só de Auto-Tune vive “Friday”.

Consciente, Rebecca, além de guardar o dinheiro para a faculdade, pretende doar parte dele para ajudar as vítimas do terremoto seguido de tsunami que arrasou o Japão, segundo o site The Daily Beast.

Assista abaixo ao clipe que foi assunto nos bares, clubes de comédia, programas de TV e que, possivelmente, estará no setlist dos DJs mais engraçadinhos toda sexta-feira, pelo menos por um tempo.

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Sexta-feira milionária: fun, fun, fun