Versão dos Muppets para "Bohemian Rhapsody" será lançada em single

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Um dos maiores clássicos do rock ganhou uma versão peculiar de alguns dos mais famosos personagens infanto-juvenis da televisão mundial. “Bohemian Rhapsody”, do Queen, foi parodiada por ninguém menos que os fantoches da série The Muppets. O resultado, claro, ficou engraçadíssimo, mas, até aí, a notícia não é nova.

A informação inédita é a de que o clipe fez tanto sucesso que a Walt Disney Records lançará oficialmente a versão digital da homenagem, como single. O vídeo foi divulgado na web um dia antes do aniversário de 18 anos da morte de Freddie Mercury, o vocal da banda inglesa, celebrado no dia 24 de novembro.

De acordo com o semanário NME, os Muppets cantando “Bohemian Rhapsody” virou hit no YouTube, contabilizando mais de nove milhões de acessos. Um dos representantes da casa de apostas inglesa Paddy Power disse, em entrevista ao site, que a expectativa é de que a faixa alcance bons resultados nas paradas de singles de Natal, que será anunciada em 20 de dezembro.

Gonzo e sua trupe (com exceção de Miss Piggy, claro), podem não ter o sex appeal de figuras como Britney Spears ou Beyoncé, mas muito provavelmente provocariam boas risadas em Mercury se o rock star estivesse vivo, cantando por aí.

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Um dos maiores clássicos do rock ganhou uma versão peculiar de alguns dos mais famosos personagens infanto-juvenis da televisão mundial. “Bohemian Rhapsody”, do Queen, foi parodiada por ninguém menos que os fantoches da série The Muppets. O resultado, claro, ficou engraçadíssimo, mas, até aí, a notícia não é nova.

A informação inédita é a de que o clipe fez tanto sucesso que a Walt Disney Records lançará oficialmente a versão digital da homenagem, como single. O vídeo foi divulgado na web um dia antes do aniversário de 18 anos da morte de Freddie Mercury, o vocal da banda inglesa, celebrado no dia 24 de novembro.

De acordo com o semanário NME, os Muppets cantando “Bohemian Rhapsody” virou hit no YouTube, contabilizando mais de nove milhões de acessos. Um dos representantes da casa de apostas inglesa Paddy Power disse, em entrevista ao site, que a expectativa é de que a faixa alcance bons resultados nas paradas de singles de Natal, que será anunciada em 20 de dezembro.

Gonzo e sua trupe (com exceção de Miss Piggy, claro), podem não ter o sex appeal de figuras como Britney Spears ou Beyoncé, mas muito provavelmente provocariam boas risadas em Mercury se o rock star estivesse vivo, cantando por aí.

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"Poker Face" por South Park

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Antes, fama para valer era tocar no Ed Sullivan e ter estrela na calçada na fama. A história é outra para o século 21: se não der um jeito de aparecer num programa de personagens cabeçudos e tão politicamente corretos como aparecer de casaco de pele em festinha de vegetarianos, você já era.

Lady Gaga chegou lá. Doze meses e 47 perucas depois, ela fez jus ao título escolhido para o álbum de estreia, The Fame, e entrou na reta de Cartman, Stan, Kenny e Kyle. A cantora que reciclou o guarda-roupa de Cher para os anos 00 se junta a Britney Spears, Lula e tantos outros no rol de ilustres zoados pelo quarteto encapetado de South Park.

Em episódio exibido nos Estados Unidos na semana passada, o gorducho Cartman deu sua versão para “Poker Face”. O hit de Gaga apareceu duas vezes: primeiro, enquanto o personagem jogava Rock Band; mais adiante, em sequência que tem como palavras-chave “baleia”, “caça” e “Japão” (e não espere nada manso de um episódio chamado “Whale Whores”, algo como “baleias vadias”).

No site oficial, dá para ver o episódio na íntegra (em inglês). O número de Eric “Gaga” Cartman você confere aqui embaixo:

See original here:
"Poker Face" por South Park

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Antes, fama para valer era tocar no Ed Sullivan e ter estrela na calçada na fama. A história é outra para o século 21: se não der um jeito de aparecer num programa de personagens cabeçudos e tão politicamente corretos como aparecer de casaco de pele em festinha de vegetarianos, você já era.

Lady Gaga chegou lá. Doze meses e 47 perucas depois, ela fez jus ao título escolhido para o álbum de estreia, The Fame, e entrou na reta de Cartman, Stan, Kenny e Kyle. A cantora que reciclou o guarda-roupa de Cher para os anos 00 se junta a Britney Spears, Lula e tantos outros no rol de ilustres zoados pelo quarteto encapetado de South Park.

Em episódio exibido nos Estados Unidos na semana passada, o gorducho Cartman deu sua versão para “Poker Face”. O hit de Gaga apareceu duas vezes: primeiro, enquanto o personagem jogava Rock Band; mais adiante, em sequência que tem como palavras-chave “baleia”, “caça” e “Japão” (e não espere nada manso de um episódio chamado “Whale Whores”, algo como “baleias vadias”).

No site oficial, dá para ver o episódio na íntegra (em inglês). O número de Eric “Gaga” Cartman você confere aqui embaixo:

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O ataque das flanelas

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O pedaço de pano que você veste pode te denunciar com aquela precisão que só mesmo mãe consegue, especialmente na hora de entregar os detalhes mais sórdidos para a nova namorada do filho. Dá para sacar de cara que a semana foi boa se sua mania, por exemplo, era (e, em alguns casos, continua sendo) flanelas e este estranho bichinho, arte de Daniel Johnston estampada por Kurt Cobain na clássica camiseta (para a geração 00: de popularidade equivalente a uma retwittada em massa).

A semente do grunge brotou em Seattle, mas espalhou raízes mundo afora. Nos últimos dias, voltou a dar frutos. Contexto: no início da semana, o Pearl Jam deveria apresentar em Los Angeles a turnê do novo disco, Backspacer. Deveria. Isso porque a noite foi muito mais do que isso: uma espécie de Natal antecipado para os seguidores do movimento, bem menos encorpado hoje do que em seu auge, na primeira metade dos anos 90.

Eddie Vedder, frontman do PJ, e Chris Cornell, à frente do foi-eterno-enquanto-durou Soundgarden, se reuniram para reviver o Temple of the Dog, projeto que montaram, com integrantes das duas bandas, para homenagear Andrew Wood, líder da Mother Love Bone, um dos nomes embrionários do grunge.

Uma overdose de heroína ceifou a vida de Wood, no mesmo 1990. Quatro anos depois, com a morte de Cobain (que, por sinal, adorava pegar no pé dos “vendidos” do Pearl Jam), a era de ouro do grunge também bateria as botas, preferencialmente enlameadas e com aspecto mais “nunca lavei” possível.

Até que, no último dia 6 de outubro, a alquimia aconteceu: Vedder e Cornell se reuniram com Stone Gossard, Jeff Ament, Mike McCready e Matt Cameron (ex-SG e atual PJ) para tocar “Hunger Strike”, maior sucesso do Temple of the Dog, que ladrou e mordeu até ser posto de lado, em 1992, com um disco lançado pela A&M Records no ano anterior.

Nos bastidores, outro golpe baixo para fãs do grunge com histórico de taquicardia. Segundo a Rolling Stone EUA, Cornell e Cameron foram vistos às voltas com Kim Thayil e Ben Shephard, os outros membros do pródigo Soundgarden. Momento Kodak que, por sinal, não acontecia há 12 anos. Lembra daquele papo sobre uma possível reunião do conjunto? Se a esperança é a última que morre, dá até para dizer que ela saiu do coma naquela mesma noite.

Empenhando-se em criar História (algo entre “verbete no Wikipedia” e “legado cultural da humanidade”), Vedder convocou, para o mesmo concerto, Jerry Cantrell, guitarrista do Alice in Chains, outro oráculo do grunge.

Tudo isso na mesma semana em que veio à tona prévia do Nirvana tocando “School” no DVD Live at Reading

Vai ter muita camisa de flanela tirando férias do fundo do baú.

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O ataque das flanelas

O ataque das flanelas

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O pedaço de pano que você veste pode te denunciar com aquela precisão que só mesmo mãe consegue, especialmente na hora de entregar os detalhes mais sórdidos para a nova namorada do filho. Dá para sacar de cara que a semana foi boa se sua mania, por exemplo, era (e, em alguns casos, continua sendo) flanelas e este estranho bichinho, arte de Daniel Johnston estampada por Kurt Cobain na clássica camiseta (para a geração 00: de popularidade equivalente a uma retwittada em massa).

A semente do grunge brotou em Seattle, mas espalhou raízes mundo afora. Nos últimos dias, voltou a dar frutos. Contexto: no início da semana, o Pearl Jam deveria apresentar em Los Angeles a turnê do novo disco, Backspacer. Deveria. Isso porque a noite foi muito mais do que isso: uma espécie de Natal antecipado para os seguidores do movimento, bem menos encorpado hoje do que em seu auge, na primeira metade dos anos 90.

Eddie Vedder, frontman do PJ, e Chris Cornell, à frente do foi-eterno-enquanto-durou Soundgarden, se reuniram para reviver o Temple of the Dog, projeto que montaram, com integrantes das duas bandas, para homenagear Andrew Wood, líder da Mother Love Bone, um dos nomes embrionários do grunge.

Uma overdose de heroína ceifou a vida de Wood, no mesmo 1990. Quatro anos depois, com a morte de Cobain (que, por sinal, adorava pegar no pé dos “vendidos” do Pearl Jam), a era de ouro do grunge também bateria as botas, preferencialmente enlameadas e com aspecto mais “nunca lavei” possível.

Até que, no último dia 6 de outubro, a alquimia aconteceu: Vedder e Cornell se reuniram com Stone Gossard, Jeff Ament, Mike McCready e Matt Cameron (ex-SG e atual PJ) para tocar “Hunger Strike”, maior sucesso do Temple of the Dog, que ladrou e mordeu até ser posto de lado, em 1992, com um disco lançado pela A&M Records no ano anterior.

Nos bastidores, outro golpe baixo para fãs do grunge com histórico de taquicardia. Segundo a Rolling Stone EUA, Cornell e Cameron foram vistos às voltas com Kim Thayil e Ben Shephard, os outros membros do pródigo Soundgarden. Momento Kodak que, por sinal, não acontecia há 12 anos. Lembra daquele papo sobre uma possível reunião do conjunto? Se a esperança é a última que morre, dá até para dizer que ela saiu do coma naquela mesma noite.

Empenhando-se em criar História (algo entre “verbete no Wikipedia” e “legado cultural da humanidade”), Vedder convocou, para o mesmo concerto, Jerry Cantrell, guitarrista do Alice in Chains, outro oráculo do grunge.

Tudo isso na mesma semana em que veio à tona prévia do Nirvana tocando “School” no DVD Live at Reading

Vai ter muita camisa de flanela tirando férias do fundo do baú.

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O ataque das flanelas

Madonna versus Lady Gaga

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Puxões de cabelo, tapas e empurrões resumem a primeira apresentação conjunta de Madonna e Lady Gaga no último sábado, 3. A “briga”, no entanto, não passou de uma brincadeirinha da equipe do programa humorístico Saturday Night Live, da rede NBC, e acabou até com uma tentativa de beijo entre as duas. Assista:

Com roupas parecidas, as cantoras simularam uma performance em um programa de televisão, capitaneado por um apresentador vivido pelo humorista Kenan Thompson. De cara, os passos de dança feitos pela dupla arrancaram risadas da plateia por serem mal feitos e forçados. Pouco depois dos primeiros “versos” cantados, Madonna resolve puxar as madeixas de Gaga, que responde com um empurrão.

Para a paz dos fãs, tudo havia sido minimamente planejado no roteiro. Após mais alguns apertões, as artistas, ainda agarradas uma no pescoço da outra, tomam bronca de Thompson, que acaba separando as duas, cansadas por causa da “luta”.

Cotada como a nova herdeira da “garota materialista”, Gaga chega a dizer que é “completamente mais gostosa” que a concorrente. Como resposta, Madonna dá um tapa da cabeça da estrela do hit “Poker Face”, se levanta e dá o troco, dizendo ser mais alta. “Que tipo de nome é esse, ‘Lady Gaga’? Parece comida de bebê”, dispara a popstar.

O apresentador, então, propõe que as duas se beijem para fazer as pazes e quanto estavam quase lá, Thompson tenta entrar no meio e leva uma bitoca de cada lado. Se não bastasse, as musas ainda se jogam em cima dele e continuam a beijá-lo.

O episódio remete a outra aparição de Madonna ao lado de aspirantes ao trono de “rainha do pop”: a cena do beijo em Britney Spears e Christina Aguilera durante apresentação ao vivo de “Like a Virgin”, na premiação Video Music Awards, da MTV, em 2003.

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Madonna versus Lady Gaga

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Puxões de cabelo, tapas e empurrões resumem a primeira apresentação conjunta de Madonna e Lady Gaga no último sábado, 3. A “briga”, no entanto, não passou de uma brincadeirinha da equipe do programa humorístico Saturday Night Live, da rede NBC, e acabou até com uma tentativa de beijo entre as duas. Assista:

Com roupas parecidas, as cantoras simularam uma performance em um programa de televisão, capitaneado por um apresentador vivido pelo humorista Kenan Thompson. De cara, os passos de dança feitos pela dupla arrancaram risadas da plateia por serem mal feitos e forçados. Pouco depois dos primeiros “versos” cantados, Madonna resolve puxar as madeixas de Gaga, que responde com um empurrão.

Para a paz dos fãs, tudo havia sido minimamente planejado no roteiro. Após mais alguns apertões, as artistas, ainda agarradas uma no pescoço da outra, tomam bronca de Thompson, que acaba separando as duas, cansadas por causa da “luta”.

Cotada como a nova herdeira da “garota materialista”, Gaga chega a dizer que é “completamente mais gostosa” que a concorrente. Como resposta, Madonna dá um tapa da cabeça da estrela do hit “Poker Face”, se levanta e dá o troco, dizendo ser mais alta. “Que tipo de nome é esse, ‘Lady Gaga’? Parece comida de bebê”, dispara a popstar.

O apresentador, então, propõe que as duas se beijem para fazer as pazes e quanto estavam quase lá, Thompson tenta entrar no meio e leva uma bitoca de cada lado. Se não bastasse, as musas ainda se jogam em cima dele e continuam a beijá-lo.

O episódio remete a outra aparição de Madonna ao lado de aspirantes ao trono de “rainha do pop”: a cena do beijo em Britney Spears e Christina Aguilera durante apresentação ao vivo de “Like a Virgin”, na premiação Video Music Awards, da MTV, em 2003.

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Spike Jonze para crianças

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Antes de se juntar a Rodrigo Amarante e Fabrizio Moretti para formar a banda Little Joy, a cantora norte-americana Binki Shapiro já agradava aos ouvidos do cineasta Spike Jonze. Responsável por videoclipes de nomes como Björk, Fatboy Slim e Beastie Boys, entre outros, o diretor escalou Shapiro e outros artistas para um disco dedicado a crianças.

“Alguns anos atrás, eu estava montando um disco infantil para meu filho e pedi a alguns amigos que gravassem músicas”, explicou Jonze em seu blog. No entanto, o álbum acabou comprometido pela agenda do cineasta e ficou “pela metade”.

Generoso, Jonze encontrou uma das faixas deixadas prontas para o disco e achou “que seria legal reparti-la com o mundo”. E aí que entram Shapiro, Jason Boesel (baterista da banda Rilo Kiley), alguns integrantes da Mystic Valley Band e James Valentine (guitarrista do Maroon 5). O grupo assina “Green Bean”, uma canção baseada no livro Did I Ever Tell You How Lucky You Are?, do gênio da literatura infantil norte-americana Dr. Seuss (também autor de The Cat in the Hat que foi transformado em filme, em 2003 – aqui, batizado de O Gato). Clique aqui para ouvi-la.

Jonze e Karen O
Neste ano, o diretor chamou Karen O, do Yeah Yeah Yeahs, para compor a trilha sonora de seu novo longa Where the Wild Things Are. A lista de músicas carrega também criações de Arcade Fire e outros nomes da cena indie convocados pela cantora, como Dean Fertita (Queens of the Stone Age, Dead Weather, Raconteurs), Jack Lawrence (Dead Weather, Raconteurs), Bradford Cox (Deerhunter), Aaron Hemphill (Liars) e Greg Kurstin (The Bird and the Bee), entre outros.

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Spike Jonze para crianças

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Antes de se juntar a Rodrigo Amarante e Fabrizio Moretti para formar a banda Little Joy, a cantora norte-americana Binki Shapiro já agradava aos ouvidos do cineasta Spike Jonze. Responsável por videoclipes de nomes como Björk, Fatboy Slim e Beastie Boys, entre outros, o diretor escalou Shapiro e outros artistas para um disco dedicado a crianças.

“Alguns anos atrás, eu estava montando um disco infantil para meu filho e pedi a alguns amigos que gravassem músicas”, explicou Jonze em seu blog. No entanto, o álbum acabou comprometido pela agenda do cineasta e ficou “pela metade”.

Generoso, Jonze encontrou uma das faixas deixadas prontas para o disco e achou “que seria legal reparti-la com o mundo”. E aí que entram Shapiro, Jason Boesel (baterista da banda Rilo Kiley), alguns integrantes da Mystic Valley Band e James Valentine (guitarrista do Maroon 5). O grupo assina “Green Bean”, uma canção baseada no livro Did I Ever Tell You How Lucky You Are?, do gênio da literatura infantil norte-americana Dr. Seuss (também autor de The Cat in the Hat que foi transformado em filme, em 2003 – aqui, batizado de O Gato). Clique aqui para ouvi-la.

Jonze e Karen O
Neste ano, o diretor chamou Karen O, do Yeah Yeah Yeahs, para compor a trilha sonora de seu novo longa Where the Wild Things Are. A lista de músicas carrega também criações de Arcade Fire e outros nomes da cena indie convocados pela cantora, como Dean Fertita (Queens of the Stone Age, Dead Weather, Raconteurs), Jack Lawrence (Dead Weather, Raconteurs), Bradford Cox (Deerhunter), Aaron Hemphill (Liars) e Greg Kurstin (The Bird and the Bee), entre outros.

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